domingo, 14 de novembro de 2010

A Cia Muiraquitã apresentou-se neste dia 13 de novembro o espetáculo, SALADA MISTA, no SESC em Chapecó.






terça-feira, 19 de outubro de 2010

LANG PALACE HOTEL 17/10/2010

Com a promoção do curso pré vestibular da UFSC a, Cia Muiraquitã desenvolveu espetáculo abordando as obras literárias que serão de leitura obrigatória para o vestibular da UFSC e da UDESC 2010. Foi um sucesso.

As fotos são de  Marcos Schu

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

FOTOS ESPETÁCULO O PRÓXIMO






FOTOS ESPETÁCULO CLAUSURA





FOTOS ESPETÁCULO NÓS TRÊS















O PRÓXIMO

Em O próximo a ficção é novamente empregada, aproximando-se da realidade fantástica, e a proposta à italiana é retomada. Outro diferencial em relação aos espetáculos anteriores da trilogia, é que neste não são apenas dois personagens e sim quatro.  Um vírus está colocando a humanidade em risco, rubrus morbidus, este vírus após detectada sua presença no corpo humano leva à morte em no máximo quarenta dias. A única forma de detectar sua presença é através de um sintoma, a pupila dos olhos fica vermelha. Após o  enrubrecimento da pupila as pessoas morrem em até quarenta dias. O contágio é dado pelo toque. Para evita a contaminação de toda a humanidade a ONU instituiu uma força tarefa que procura pessoas infectadas ao redor do planeta. Quando um infectado é identificado, imediatamente ele é preso e é levado para uma ilha, ilha de Creatória, no Mar de Azov, na Rússia, lá as pessoas são colocadas em quarentena e esperam a morte. Milhares de pessoas já estão na ilha. A doença não manifesta nenhum outro tipo de sintoma as pessoas simplesmente vão morrendo, e o prazo máximo de vida são quarenta dias. O espetáculo tem inicio quando quatro personagens chegam à ilha, à sala de quarentena. Um dentista, um advogado, um mecânico e uma mulher. Lá eles não tem nenhum contato com o mundo exterior, apenas um pequeno radinho à pilha informa como estão a coisas no mundo exterior à ilha.  Depois de mortas as pessoas são transformadas em adubo para fertilizar as lavouras russas.

CLAUSURA

Em Clausura a morte é o leitmotiv o espetáculo resultou de uma simples pergunta que a Cia tentou responder. como agiriam duas pessoas na eminência da morte? Dois homens. A partir daí o processo foi se desenvolvendo. Neste espetáculo a Ficção é explorada com mais intensidade o mundo real transversaliza a narrativa com dados e informações. Em Clausura a estética também é experimentada, diferentemente de, Nós Três,  que utiliza uma relação palco  platéia à italiana em Clausura é utilizada uma arena, mais do que isso o, público é convidado a entrar em uma cela onde estão dois prisioneiros condenados à morte, esperando a execução na cadeira elétrica. Clausura é a história de dois prisioneiros, que foram condenados à morte na cadeira elétrica por assassinato. Um deles é um serial killer, foi condenado pelo assassinato de dezenas de adolescentes. O outro matou toda a família, a exemplo de Pierre Reviérre, narrado por Michel Foucault. Porém primeiro manifesta traços esquizofrênicos e traumas de infância com relação à sua mãe. O segundo julga-se inocente, fervoroso leitor da bíblia, atribui as mortes na sua família ao cumprimento de uma ordem direta de Deus. Os personagens travam um verdadeiro embate entre suas verdades. Os dois encontraram-se na ante sala da cadeira elétrica no dia da execução, neste dia, a cadeira elétrica quebrou e deste então, a um tempo incontável, estão esperando o concerto do equipamento.